Junho 16, 2009



" O bom design, é o menos design possível"


T.

Maio 30, 2009



Who want's to go to the beach?
Me, me, me... I want!

T.

Maio 19, 2009

À partida seria um calmo almoço no McDonalds, sentados numa das mesas da esplana, metade ao sol, metade à sombra.
O almoço decorria calmo quando repentinamente as vozes ao nosso lado começaram a soar de maneira diferente. Com o volume mais elevado, e linguagem agressiva. Olhámos, e a linguagem corporal começou também a acompanhar a agressividade já expressa em palavras.
Ao início, ainda antes do contacto fisico se tornar excesivo, quando ainda não tinha passado de "um despique de dois galos de capoeira adolescentes" que se confrontavam verbalmente muito próximos um do outro, ainda pensei: "Isto vai ficar animado. Vamos lá ver no que isto vai dar..." Mas rapidamente me arrependi porque aquela situação deu mesmo em alguma coisa. Com as hormonas aos saltos, e os próprios também, depressa se trocaram pontapés e algo entre a chapada e o murro, chamemos-lhe: um contacto na cara, aplicado pelo adversário, levado a cabo com o objectivo máximo de infligir a maior dor, e posterior marca, possível. E se fizer sangue melhor! (e fez mesmo!!).
Completamente cegos um com o outro esqueceram que estavam numa espalanda de um restaurante, cheia de gente. Alguém ainda disse: "meninos vamos a ter calma e respeito pelas pessoas que aqui estão!", mas foi o mesmo que dizer: "vá, quando é que começam?".
Eles continuavam, cada vez mais agarrados um ao outro, mas antes estivessem a trocar carinhos, ali a rebolar no chão...
Não me senti nada animado com a situação, e afinal não queria ter visto "no que aquilo ia dar"!
Alertados pela agitação exterior, alguns rapazes/homens - individuos do sexo masculino com mais de 25 anos (os lutadores não tinham mais de 18) - sairam do restaurante e apressaram-se a separar os perturbadores de um almoço pacífico. Foi difícil mas por fim conseguiram.
No entanto, ou muito me engano ou infelizmente a "bulha" não ficou por ali, pois uma das últimas frases de um dos envolvidos, e já de uma forma como se de um jogo de cartas se tratasse, foi a seguinte: "Sais no Sábado à noite? Então se saires vemo-nos e depois continuamos..."
WTF?? Só falta anotar na agenda não?
A juventude devia aplicar melhor a infindável energia que carregam nos corpos sedentos de acontecimentos... Acontecimentos de qualquer género.
Depois de toda a saga lá acabei o meu hamburger, as minhas batatas e a coca-cola enganada que devia ter sido um ice-tea.
T.

Maio 06, 2009

"preceguidora"
É a palavra do dia...
T.

Abril 24, 2009

A contar os minutos para o fim de semana!!

T.

Abril 01, 2009

(Tanto tempo sem "postar" e logo dois no mesmo dia...)



Esta imagem tem uma razão de ser. Não que eu goste particularmente, porque não gosto, mas ilustra uma determinada situação especificamente particular devido à singularidade que lhe é característica.

Alguém sabe o que significa?


T.
Escrever aqui no blogue, ultimamente parece mesmo um desafio...
Mas hoje o desafio que aqui mostro é outro. Proposto pela Joana do "pedra-de-gelo", este consiste numa espécie de "corrente" via blogue e faz-se o seguinte: publica-se a 6ª foto do 6º arquivo de imagens, e escreve-se muito ou pouco sobre essa foto. Simples!

Desta forma, aqui vai:




Esta imagem foi tirada no Cabo Espichel, perto de Sesimbra, no dia 15 de Agosto de 2008. A história que ela encerra está relacionada com um círio que alguns habitantes de Palmela realizam todos os anos em devoção à Nossa Senhora do Cabo. Toda esta tradição começou há muitos muitos anos para celebrar a inauguração de uma estrada que então ligava a antiga estação ferroviária de Palmela e que terminava no Cabo Espichel. Na foto podemos ver um edifício já em desuso que é um antigo convento, e ao fundo, apesar de não aprecer, existe também uma igreja e é nessa igreja que está a imagem da Nossa Senhora do Cabo, à qual desde os primeiros círios, a população passou a prestar adoração, sendo esta última a principal razão da realização do círio actualmente. Na altura, todo o percurso era feito em carroças, pois os carros eram escassos, e por lá se pernoitava durante vários dias, todos eles de acesa festa. Importa referir que esta tradição esteve desde sempre ligada às gentes amigas da Sociedade Filarmónica Humanitária, entidade perpetuadora deste ritual. Até hoje a tradição se mantém, embora hoje a festa dure apenas um dia. No entanto, desde há 2 anos para cá, devido ao dinamismo e espírito jovem que caracterizam a actual direcção da referida sociedade, a tradição de dormir no local voltou a ser cumprida. O costume é partir de Palmela na tarde do dia anterior, e ao chegar montam-se as tendas, arruma-se "o estaminé" e depois de tudo minimamente arrumado e organizado o tempo é livre para apreciar a paisagem. O convívio dura pela noite dentro... De manhã, logo bem cedo, começa a grande azáfama. Manda a tradição que este dia começe logo pelo pequeno almoço para o qual a população está já presente, mas não há torradas para ninguém, há peixe frito, escabeche, vinho, e outras tais iguarias. (eu levo leite com chocolate numa mochila...). Após a farta refeição matinal, preparam-se os instrumentos pois a banda fará a sua primeira incursão pelo largo a tocar. A manhã vai passando, e enquanto a banda toca, enquanto as pessoas vão chegando, enquanto falamos com pessoas amigas que só vemos neste dia do ano, enquanto se passeia, enquanto fazemos muitas coisas, prepara-se o mega almoço - normalmente uma refeição leve estilo feijoada. No período da tarde, os mais devotos vão à missa os menos devotos fazem o mesmo que fizeram de manhã. Já ao fim da tarde realiza-se uma procissão em honra da Nossa Senhora, na qual os participantes envergam uma bandeira, e depois de terminada a procissão as bandeiras são leiloadas entre os presentes. Após o leilão, normalmente já na sombra e com algum vento e frio, as pessoas começam a fazer as despedidas e tudo tem que ser arrumado para voltar a casa. Partimos e prometemos voltar daí a um ano.

(não queria escrever tanto, mas quando dei por mim já estava...)

Numa publicação de Agosto de 2008 podem ver mais fotos deste Círio.

Agora, cumprido o desafio, passo-o à Violet Baudelaire e à Bluesred. Já sabem, 6ª foto do 6º arquivo.

T.




Março 12, 2009

A melhor do dia foi:
"...aquele gajo é mesmo fomitico!"

O gajo é o quê? Fomitico?

ahahahahahahah

T.